Pesquisa sobre redes sociais

Olá,

Estou colaborando com uma pesquisa que tem como objetivo compreender como estamos utilizando o recurso das timelines em nossas redes sociais.

Você usa o Facebook ou o Twitter?

Caso positivo ficaríamos muito felizes se você pudesse participar!

Acesse: http://goo.gl/forms/oiOi57PVG7

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Por que eles que votaram neles não aparecem agora para se justificar?

Eles não se  justificam por que não acham que sejam atrocidades. Pensam que é assim que se governa, que os fins (dinheiro nos bolsos deles) justificam os meios. Pensam que é para isso que foram eleitos, então sentam em cima das leis sem peso na consciência. Pra eles está tudo certo e errado somos nós que pensamos diferentes. Viva os errados.

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Black Fraude de novo?

Objetivo da Blackfriday nos EUA: limpar os estoques de produtos antigos ou que que sobraram das vendas para o dia de ação de graças, principalmente nas lojas físicas, para abrir espaço para os produtos novos que serão vendidos no natal.

Objetivo da Blackfriday no Brasil: testar novas formas de enganar o consumidor e, se possível enganá-los de fato, principalmente no comércio eletrônico onde isso é mais fácil, e danem-se os estoques e o natal.

A Black Fraude desse ano parece ser a seguinte: a loja coloca um produto bem barato, irresistível. Você faz o pedido mas ela não confirma a compra imediatamente a conclusão da compra alegando que está com muitos pedidos… Apenas a noite ou talvez amanhã ela vai te enviar um e-mail dizendo que infelizmente não foi possível atender ao seu pedido devido à grande procura por aquele produto. Assim você ficou com sua grana presa naquele pseudo pedido e não pode fazer uma compra de verdade em outra loja. Tipo: “se não compra comigo não vou deixar comprar com mais ninguém”.

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Schopenhauer e o debate eleitoral no Brasil

Arthur Schopenhauer tem um livro intitulado “Como Vencer um Debate Sem Precisar Ter Razão”. Faz tempo que li mas se bem me recordo ele apresenta 48 estratégias para isso.

Nessa eleição aprendemos a 49ª:

Quando a coisa apertar escolha aleatoriamente uma das frases ou palavras abaixo e a lance subitamente, de preferência interrompendo a fala do outro:

– coxinha
– reaça
– vai estudar
– quem lê ou compartilha a Veja não merece meu respeito
– vendido igual a Globo
– riquinho de merda
– privataria
– ele é maçom
– rico vota em A, pobre vota em B
– negro vota em A, branco vota em B
– só homofóbico vota em A
– só cheirador vota em A
– só quem bate em mulher vota em A
– não voto só pra mim
– nordestino é ignorante
– quem vota em A é ignorante
– quem vota em B é ignorante

Ah, mas cuidado… De acordo com as pesquisas essa estratégia só funciona em 50% dos casos, com 2% de margem de erro e 95% de confiança.

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O temos um STF ou temos um governo de 16 anos. As duas coisas são impossíveis.

No Brasil os Ministros do Supremo Tribunal Federal têm cada vez mais importância, haja vista que cada vez mais são eles quem decidem as coisas nesse país em que tudo se transforma em questão jurídica e todo mundo tem foro privilegiado.

Eles decidem, por exemplo, se os mensaleiros devem ser presos, se devem ser soltos, se você tem que ser recompensado por prejuízos nos planos econômicos do Sarney e do Collor… Decidem se a Lei da Ficha Limpa vai valer ou não, se vai ou não ter CPI da Petrobras…

Existem 11 ministros no STF e, com a aposentadoria de Joaquim Barbosa, hoje há uma vaga em aberto.

Um Ministro do Supremo é indicado pelo Presidente da República e fica no cargo até se aposentar.

Atualmente, apenas 3 ministros não foram indicados por Lula ou Dilma e dois deles se aposentarão nos próximos dois anos.

Assim, caso o PT tenha mais um mandato, teremos em 2017 um cenário em que 10 dos 11 ministros seriam indicados pelo partido.

E, quando isso acontecer, tchau democracia.

Ministros atuais:

Ministro Ricardo Lewandowski – Presidente, indicado por Lula.

Ministra Cármen Lúcia – Vice-Presidente, indicada por Lula.

Ministro Celso de Mello – Decano, indicado por José Sarney, se aposentará em 2015.

Ministro Marco Aurélio Mello, indicado por Collor, seu primo. Se aposenta em 2016.

Ministro Gilmar Mendes, indicado por FHC. Se aposenta em 2025.

Ministro Dias Toffoli, indicado por Lula.

Ministro Luiz Fux, indicado por Dilma.

Ministra Rosa Weber, indicada por Dilma.

Ministro Teori Zavascki, indicado por Dilma.

Ministro Roberto Barroso, indicado por Dilma.

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História mal contada

O PT sempre quer comparar os governos de Lula e Dilma com os governos de FHC, ou seja, se comparam com o governo passado.

Nesse cenário criado pelo PT, FHC só tem o direito de ter seu governo comparado com o governo futuro. Ou seja, ele é sempre comparado com o governo que viria depois dele.

Acredito que esse futuro só existiu por que FHC existiu no passado, mas isso ninguém quer discutir, então procuro pensar nessa questão também de outro modo:

Quanto mais a gente volta no tempo mais as coisas se deterioram. Se formos voltando o calendário chegaremos a um tempo em que as pessoas eram escravizadas, queimadas em fogueiras ou moravam em cavernas. Ainda há disso hoje em dia, mas em geral o tempo passa e as coisas melhoram.

Por isso creio que seria mais coerente, ético e honesto comparar o governo FHC com os governos passados em relação ao seu. Que seria mais justo comparar o que mudou no Brasil entre os governos do PT e os governos do PSDB com o que mudou entre os governos do PSDB e os governos Collor e Sarney.

A comparação justa, na minha humilde lógica, seria Sarney->FHC com FHC->Dilma.

Quando o Brasil melhorou mais? Qual dos dois períodos fez mais diferença na vida do brasileiro?

Penso que nos dois períodos houveram avanços e que um novo governo do PSDB também traria avanços enquanto que a continuidade do PT retardaria o amadurecimento da nossa democracia.

É por isso que vou de Aécio.

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A Internet e as ferramentas da Mídia Digital como apoio ao Processo de Relações Públicas

RESUMO

Este artigo propõe uma reflexão a respeito das mudanças no papel desempenhado pelo profissional de Relações Públicas nas organizações causadas pela internet e as novas mídias digitais. Inicialmente analisa os modelos de Processo de Relações Públicas propostos tradicionalmente pelos teóricos da profissão, concentrando-se no modelo construído por Cândido Teobaldo de Souza Andrade e posteriormente reorganizado por Waldyr Gutierres Fortez. Em seguida enumera as principais ferramentas das mídias digitais disponíveis para processos de Comunicação Empresarial. Finalmente, aponta como cada uma destas ferramentas pode ser empregada como suporte a cada uma das etapas do Processo de Relações Públicas.

Foi publicado na edição n.3 da Revista Midiálogos em novembro de 2009.

Leia na íntegra:
A Internet e as ferramentas da Mídia Digital como apoio ao Processo de Relações Públicas

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O Grêmio, o mensalão e a esquerda que me chama de coxinha

Fico cada vez mais convencido de que no Brasil não existe direita e a esquerda perdeu a mão. Os dois lados do espectro político encontraram caminhos diferentes para o próprio fracasso.

Pela direita…

Não há partidos. Não há organização política formal que defenda uma posição efetivamente de direita nesse país, simplesmente por medo de não vencer eleições. Afinal o pensamento de esquerda cuidou de demonizar nos últimos anos qualquer coisa que se pareça com direita. Basta mencionar a palavra privatização, mesmo onde ela faz sentido, para os gritos de “Coxinhaaa” aparecerem. Basta parecer um pouco conservador para te cuspirem: “Reaçaaaa”… E tem também a lembrança da ditadura militar, que não foi bem uma direita, mas sim o Brasil fazendo direita do jeito errado. Nessas eleições só o Everaldo está indo por esse caminho e está tomando suas pedradas. E ele só firma o pé em suas posições pois não tem e nunca teve perspectivas de vencer as eleições. Se tivesse viria para o centro.

Mas há o pensamento. Não há partidos mas o discurso de direita ainda vive nas ruas, nos taxis, nos bares, nas praças… Direita extrema não ganha eleição, mas ainda molda o comportamento de muita gente. Direita moderada ainda pode vir a ganhar eleição mas é muito difícil com o cenário atual. Os reaças de esquerda logo vão pensar que estou chamando de pensamento de direita as atitudes daqueles que amarram ladrões nos postes ou que apedrejam homossexuais… Não, não estou falando desses. Esses são criminosos e deveriam der presos, seja na sela da direita ou na da esquerda. Falo daqueles que defendem menos Estado, menos impostos, menos assistencialismo e mais meritocracia. O bom e velho pensamento de direita não radical e não extrema. Extremo não é bom nem na esquerda nem na direta.

Pela esquerda…

Há partidos. Dos mais de trinta, com certeza a maioria dos partidos políticos oficialmente existentes no Brasil são declaradamente de esquerda. Até alguns que os nazistas de esquerda dizem ser de direita, são no máximo de centro-direita e com mais certeza, de centro-esquerda, como é o caso do PSDB, por exemplo. Não sou expert em política mas sem paixões partidárias sei o suficiente para afirmar que o PSDB não é um partido de direita e que quem pensa isso caiu no conto da demonização proclamado por quem quer ganhar eleições.

Mas o pensamento… Ah! O pensamento de esquerda… É só minha humilde opinião, mas preciso dizer. O pensamento de esquerda no Brasil perdeu a mão. Deixou de ser construtivo (aqui estou considerando até mesmo que a opção pela revolução seja legítima e construtiva) há um bom tempo e passou a praticar tudo aquilo que, quando é praticado pelos ditos de direita é motivo para gritar: “coxinhaaa”, “reaçaaaa”.

Dois pesos e duas medidas

Se alguém rotulado como de direita privatiza, é demônio enquanto que se alguém que se diz de esquerda privatiza, é um santo que veio pra salvar o Brasil. Se algum político cuja fachada não desperte os que gostam de chamar todo mundo de reaça ou coxinha promove a distribuição de renda, é salvador, enquanto que se um político que tenha sido pichado mesmo que equivocadamente de direita promove a distribuição de renda, jogam nele as pedras do assistencialismo, paternalismo e populismo.

Pra um pode e pro outro não pode. A mesma decisão na mão de um está correta e na mão do outro é crucificável.

O Grêmio

O time gaúcho de futebol recebeu por esses dias a maior punição já tomada por uma equipe esportiva no país por racismo. Foi excluído da Copa do Brasil por que alguns de seus torcedores proferiram injúrias racistas contra o Aranha, goleiro dos Santos, em um jogo realizado em Porto Alegre.

Quando falo de pensamento político, ele serve para tudo, e não só para política partidária… Toda sociedade é política, inclusive o futebol. Então os exacerbados dos dois lados, destros e canhotos, teceram seus comentários sobre esse fato.

Pelo que percebi (posso estar enganado), as posições tomadas predominantemente por cada lado foram:

Os de direita defenderam o Grêmio, que não teria culpa pelo racismo de seus torcedores. O clube teria feito o que lhe cabia, que era identificar os culpados e entregar à justiça. Ele não teria como controlar o que os torcedores pensam ou dizem na arquibancada e por isso não deveria ter sido punido.

Os de esquerda defenderam a punição. O Grêmio seria sim co-responsável pelas injúrias e merecia uma punição exemplar, afinal é ele quem atrai e convoca a torcida, é ele quem incentiva a paixão dos torcedores e teria responsabilidade, sim, sobre a educação dos gritalhões.

O Mensalão

Já não sei mais se estou falando do Mensalão 1, Mensalão 2… Ou se os dois são um só… O fato é que tanto no mensalão do Marcos Valério quanto no mensalão da Petrobrás, os pensadores destros e canhotos atacaram. Mas nesse caso suas opiniões são agravadas pela questão partidária.

Os de direita acusaram o governo de ser cúmplice, de ser omisso… Os de esquerda (pelo menos os que estão no governo), disseram que não sabiam de nada no primeiro caso e agora, confortavelmente repetem o “eu não sabia” no segundo caso.

Não quero entrar no mérito da questão, se sabiam ou não… Então assumamos que, de fato, não sabiam.

Novamente dois pesos e duas medidas

Penso que, quem acha que o líder de um governo se exime da culpa quando diz que não sabia, não pode concordar que o Grêmio seja culpado, pois o clube efetivamente não sabia que alguns torcedores em sua arquibancada eram racistas.

Ou se é a favor da culpabilidade de quem está no comando e por isso é co-responsável por tudo, ou se é a favor de que cada um deve arcar com as consequências e o líder não pode responder pelos maus atos de seus subordinados.

Se a filosofia ou ideologia é a mesma, como pode haver julgamentos diferentes nesses dois casos?

Sou incapaz se compreender.

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Cedilha 2009: Valdorella Chianti

Valdorella ChiantiEm 2015 a Cedilha Comunicação Digital completa 10 anos de atividade. Para comemorarselecionei 10 vinhos, um para cada ano de atividade da empresa. Este é o quinto.

2009 foi um ano que considero morno. Bons em alguns aspectos e ruins em outros. Foi um ano de muito trabalho e, por isso, muita atividade operacional e pouco pensamento estratégico. Basicamente continuamos fazendo as coisas que fazíamos, atendendo os clientes que atendíamos… De alguma forma as coisas estavam andando, mas na minha avaliação estávamos passivos demais.

Mais ou menos na metade do ano recebi a proposta de um amigo que abrira uma Agência de Propaganda para trabalharmos juntos. Como a Cedilha estava se concentrando em sua verdadeira vocação: mídia digital e projetos editoriais, não éramos concorrentes e essa era uma ótima ideia, afinal a união das duas empresas traria grande sinergia. O know-how de uma completava o da outra. Estabelecemos uma parceria e as duas empresas passaram a funcionar no mesmo endereço. Funcionou por algum tempo.

Foi um ano bastante positivo financeiramente. Tempo de recuperar investimentos e fortalecer o caixa. Creio que se não tivesse sido assim a empresa não teria continuado, mas graças a Deus tanto trabalho foi minimamente recompensado. Nessa época nosso modelo de negócio ainda tinha uma falha: apenas 10% da receita da empresa vinha de faturamento recorrente e todo o restante dependia de novos contratos. Demorou alguns anos ainda para corrigir essa falha, mas a essa altura eu já percebia que ela existia.

Pela primeira vez  foi possível ter esse tipo de preocupação – com o modelo de negócio ou com a saúde financeira da empresa. Por isso nesse ano tomei a iniciativa de desenvolver um sistema próprio para a gestão do nosso negócio. Transferimos para esse sistema todos os controles financeiros e de projetos que fazíamos em outros softwares ou até manualmente. Tenho convicção de que essa foi uma das melhores coisas que já fiz pela empresa. Os benefícios desse sistema são incalculáveis. Me pergunto como foi possível gerenciar a empresa por quase 5 anos sem ele!

Fizemos alguns projetos memoráveis nesse ano. Dois trabalhos que gosto de lembrar especialmente são o website da Arquidiocese de Londrina, que foi bastante desafiador mas com resultado final muito interessante, gerando contatos e amizades que estão vivas até hoje (atualmente o site não está mais sob nossa responsabilidade) e um website desenvolvido para a Embrapa Soja que embora seja simples, me orgulho bastante de ter feito.

Tudo isso é sinal de que a empresa amadurecera. Portanto, o vinho para representar esse ano precisava ser um vinho maduro. Não podia ser um vinho excelente pois considero que ainda não éramos excelentes, mas já podia ser um vinho bom.

Escolhi então esse Chianti Valdorella 2009, típico da região de Arezzo, Itália. Um ótimo vinho! Mas sempre que vejo ou tomo um vinho Chianti sou forçado a me lembrar que existem vinhos dessa região em uma outra categoria, os Chianti Clássicos… Ou seja, esse é bom, mas não é o Clássico. Assim como a empresa, que já era boa, mas ainda não estava no topo.

Pretendo degustá-lo no futuro em uma rodada de pizza gourmet, de preferência na beira de um forno.

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Cedilha 2008: Pampas del Sur Reserva Syrah

Pampas Del Sur Reserva Syrah 2008

Em 2015 a Cedilha Comunicação Digital completa 10 anos de atividade. Para comemorar selecionei 10 vinhos, um para cada ano de atividade da empresa. Este é o quarto.

O ano anterior, 2007, foi de muitas muitas mudanças. Talvez por isso esse ano de 2008 foi de certa estabilidade e maturação. Minha avaliação é que a partir desse momento a Cedilha começou a descobrir sua verdadeira vocação e a consolidar seu know how. Continuamos prestando uma grande variedade de serviços, mas aos poucos fomos nos concentrando naquilo em que éramos melhores.

Passamos a privilegiar em nosso trabalho a elaboração de projetos editoriais, para mídia impressa e digital. Catálogos, livros, revistas, jornais, portais de conteúdo, blogs… Em 2008, por exemplo, dedicamos bastante energia para o AgroRede Notícias, um jornal voltado ao agronegócio que produzimos entre o final de 2007 e a metade de 2009 e que cumpriu muito bem seu papel nesse período.

Em 2007 pusemos a cara no mercado. Atendemos um número recorde de clientes e, por isso, o nome da empresa ficou conhecido. Como consequência em 2008 fomos muito procurados. Chegamos a fazer 2 vezes mais orçamentos que o de costume. Para mim esse era um sinal claro de que a empresa tinha atingido outro patamar e tinha todas as condições para se firmar de uma vez por todas no movediço mercado da comunicação de Londrina.

Ainda não era um novo patamar em termos de faturamento ou de sucesso financeiro para empresa, pois, mesmo com tanta procura, fomos mais conservadores para tentar evitar os erros de 2007. Financeiramente os dois anos foram muito parecidos. Mas foi sim um novo patamar para a nossa marca que ganhou força e se consolidou, construindo uma reputação que com certeza é a maior conquista que a empresa já teve em todos esses anos. Por conta disso muitas portas se abririam nos anos seguintes.

Então, o vinho para representar 2008 tinha que ser um vinho de bastante força. Logo pensei na uva Syrah (ou Shiraz). Uma vez li que essa uva é caracterizada pelo “excesso de acidez e presença de taninos potentes, por vezes difíceis de controlar”… Essa característica acaba produzindo vinhos marcantes e de grande presença, até um pouco difíceis de harmonizar, mas que são complexos de muito bom gosto.

É um pouco de pretensão achar que a Cedilha tem todas essas características, mas para mim, com certeza os acontecimentos de 2008 a colocaram nesse caminho e representou o começo de uma nova fase que viria já a partir do ano seguinte.

Encontrei então esse Pampas Del Sur Reserva Syrah 2008. Excelente vinho argentino.

Pretendo degustá-lo no futuro acompanhado de um escondidinho de mandioca com carne seca. Prato forte e vinho forte! Que os dois se digladiem e que o paladar tente acompanhar.

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