Core Business

A definição do Core Business é uma importante etapa do planejamento estratégico de qualquer organização, ao mesmo tempo em que é uma das etapas mais negligenciadas. A ideia geral é bem simples: definir e tornar explícito qual é o negócio central ou o negócio principal da empresa, porém, não se trata de uma decisão fácil. Definir o negócio central depende intimamente da estratégia de mercado adotada pela empresa. É necessário que se conheça muito profundamente sua estratégia para que se consiga definir com coerência qual é o seu Core Business.

A empresa precisa fazer uma escolha: entre todas as coisas que eu posso e sei fazer, entre todas as operações que poderiam me oferecer uma boa condição de mercado, qual delas é a principal? Em qual delas eu quero me concentrar? Essa decisão é difícil pois, na prática, escolher apenas uma entre todas essas coisas, implica em abrir mão das outras.

Embora em um primeiro momento abrir mão de todas as outras coisas que a empresa pode fazer para escolher apenas uma pareça uma perda, logo se percebe que trata-se de um enorme ganho de foco. Ao escolher seu Core Business a empresa está optando por concentrar seus esforços e seus recursos em um único ponto, o que tende a garantir resultados mais interessantes. É como abrir mão da quantidade (de negócios) para conquistar a qualidade (em um negócio mais preciso e objetivo).

Exemplo

Em geral, as empresas costumam errar ao definir um Core Business muito abrangente. Ao fazer isso ela está brindo mão da escolha e mantendo difusos seus esforços e pulverizando de modo improdutivo a aplicação de seus recursos. Tomemos como exemplo uma empresa prestadora de serviços na área da comunicação e do marketing. Tal empresa pode adotar como negócio central algo como: comunicação, ou marketing, ou publicidade, ou propaganda, ou promoção, ou assessoria de imprensa etc. Cada um desses termos indica um negócio focado em um aspecto diferente da mesma atividade. Vejamos os significados esperados de algum desses termos quando eles são adotados como Core Business:

Comunicação: espera-se de uma empresa que define seu negócio central como sendo a comunicação que ela ofereça serviços que abranjam toda a complexidade desse tema. Deve dar conta de prestar serviços de comunicação interna e externa, institucional e mercadológica, digital e impressa… É muito abrangente. Raras empresas possuem estrutura e, principalmente know-how para conseguir isso.

Marketing: ao definir o negócio central como Marketing, a empresa está se posicionando como uma consultoria em gestão de mercado. Não se espera que essa empresa faça propaganda.

Publicidade ou propaganda: empresas que assim se definem são agências especializadas em comunicação mercadológica e persuasiva. O que se espera dela é muita criatividade e também muita capacidade de negociação para a contratação de veículos de comunicação e fornecedores.

Ou seja, embora sejam todas palavras ligadas a um mesmo mercado, cada uma delas define uma especialidade, um foco diferente para uma empresa.

Onde encontrar o Core Business de uma empresa?

Ao definir sua estratégia, é de se esperar que as empresas busquem torná-la evidente e disseminá-la entre seus públicos. Por isso costuma ser fácil identificar seus elementos, como o Core Business. Se a empresa fez o dever de casa e o definiu de maneira adequada, certamente desejará comunicar essa escolha publicamente.

Podemos encontrar essa decisão no texto que corresponde à Missão da empresa. Vejamos um exemplo:

Servir alimentos de qualidade com rapidez e simpatia, num ambiente limpo e agradável.

A frase acima é a Missão empresarial adotada por uma rede de hambuguerias, reconhecida por seu modelo de negócio voltado para o fast-food. E isso fica bem claro no texto: Alimentos com Rapidez. Esse é o Core Business.

Também podemos encontrá-lo como se fosse o sobrenome da empresa, junto com a marca. Por exemplo:

  • União Transportes: onde União é a marca, o nome comercial da companhia, sua identidade e Transportes é o Core Business, a vocação central da empresa.
  • Sky Tintas: da mesma forma, Sky é a marca e Tintas o negócio principal.

Também podemos identificar o Core Business nos slogans adotados pelas empresas em sua comunicação mercadológica, no discurso dos seus executivos etc.

Um caso…

Um caso emblemático que envolve a definição Core Business é que aconteceu com a empresa de Steve Jobs, a Apple. No início a empresa carregava junto com sua marca, a sua atividade central: Apple Computers. Nos últimos anos, contudo, a empresa se lançou em outros mercados, como a música, o entretenimento e a telefonia. Os novos produtos da empresa se distanciaram bastante do conceito de computadores e continuar usando a palavra Computers como Core Business deixou de ser adequado.

Atualmente a companhia se apresenta simplesmente como Apple, sem qualquer adjetivo.

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Inteligência de Marketing

É um processo que envolve:

  1. levantamento de dados,
  2. a transformação destes dados em informações estratégicas,
  3. transformação destas informações em conhecimento para uma determinada organização.

O objetivo é que este conhecimento possa orientar as ações, direcionar os esforços e melhorar a atuação. Nas organizações militares ou policiais os órgãos de inteligência são aqueles que trabalham com a informação de forma a direcionar ações menos violentas e mais certeiras.

A palavra chave é Estratégia!!!

Assim como a tarefa dos militares ou policiais, a tarefa do Marketing não é simples: produtos e serviços entregues ao cliente certo, com o padrão de qualidade adequado, na hora certa e no lugar certo, com maior eficiência e rapidez do que os concorrentes.

Então, para o marketing, as estratégias baseadas nas informações corretas também são fundamentais.

Para suprir sua necessidade de informações, o Marketing deve harmonizar um conjunto de ferramentas capazes de coletar, organizar, armazenar e processar dados e distribuí-los na forma de informação que gere conhecimento e facilite o processo de decisão.

Este conjunto de ferramentas é conhecido como Sistema de Informação de Marketing (SIM).

ELEMENTOS DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE MARKETING (SIM)

O SIM, é um conjunto de ferramentas que o Marketing utiliza para obter informações PRIMÁRIAS e SECUNDÁRIAS, com origem nas PESSOAS, na ORGANIZAÇÃO e na TECNOLOGIA, que pode ser composto dos seguintes recursos: A) ERP; B) CRM e c) PESQUISA DE MERCADO.

a) ERP: ENTERPRISE RESOURCE PLANNING

São Sistemas de Informação que visam integrar todos os processos e dados referentes à atuação de uma empresa. Integra, por exemplo, sistemas de: finanças, contabilidade, recursos humanos, fabricação, marketing, vendas etc. Do ERP o Marketing obtém informações sobre:

  • volume atual de vendas,
  • faturamento global,
  • número e funções dos funcionários,
  • custos de produção e distribuição,
  • vendas por região,
  • disponibilidade de capital,
  • necessidade de investimentos etc.

Vantagens do ERP:

  • Eliminar o uso de interfaces manuais;
  • Redução de custos;
  • Otimizar o fluxo e a qualidade da informação;
  • Otimizar o processo de tomada de decisão;
  • Eliminar a redundância de atividades.

Desvantagens ou resistências ao ERP:

  • A utilização do ERP por si só não torna uma empresa verdadeiramente integrada;
  • Altos custos de implantação;
  • Dependência do fornecedor do pacote;
  • Excesso de controle sobre as pessoas, o que aumenta a resistência à mudança e pode gerar desmotivação por parte dos funcionários.

b) CRM: CUSTOMER RELATIONSHIP MANAGEMENT

São sistemas que geram informações a partir das interações da empresa com seus clientes. São sofwares para gerenciar o relacionamento com os clientes. Estas informações são apresentadas estrategicamente para subsidiar a tomada de decisões.

Do CRM o Marketing tira informações como:

  • Quantos e quais são os melhores clientes?
  • Quantos e quais clientes pode consumir mais?
  • Quantos e quais clientes estão insatisfeitos e porquê?
  • Quantos e quais clientes corre-se o risco de perder?
  • Quantos e quais são os clientes que consumiriam um novo produto que pretendo lançar;.

Os sistemas de CRM tem origem na tentativa de solução de alguns problemas conhecidos das empresas:

  • Vender para um cliente novo custa seis vezes mais que vender para um cliente antigo;
  • Um cliente insatisfeito contará sua experiência para 8 a 10pessoas;
  • Um cliente satisfeito contará para apenas 2 ou 3;
  • A probabilidade de vender um produto para um cliente novo é de 15% contra 50% e um cliente que já existia;
  • 70% dos clientes que reclamam farão negócios com a empresa novamente se esta melhorar seus serviços.

c) PESQUISAS DE MERCADO

Pesquisa de mercado é a coleta de informações junto ao consumidor, concorrente ou fornecedor para orientar a tomada de decisões ou solucionar problemas de empresários e empreendedores.

Segundo a Associação Nacional de Empresas de Pesquisa de Mercado (ANEP), Pesquisa de Mercado é:

A coleta sistemática e o registro, classificação, análise e apresentação objetiva de dados sobre hábitos, comportamentos, atitudes, valores, necessidades, opiniões e motivações de indivíduos e organizações dentro do contexto de suas atividades econômicas, sociais, políticas e cotidianas.

Os principais tipos de pesquisa de mercado são:

  • Potencial de consumo: Avalia a demanda de produtos e serviços. Serve para embasar decisões de entrada em mercados desconhecidos.
  • Satisfação do cliente: Identifica falhas e oportunidades de melhoria nos produtos e serviços. Pode ser feita de forma contínua ou esporádica.
  • Participação de mercado (market share): Mede a força da empresa e de seus concorrentes no mercado. É usada para direcionar os esforços promocionais, a força de vendas e a propaganda.
  • Preferência (share-of-mind): Normalmente é feita em conjunto com a de participação de mercado. Permite observar a elasticidade do mercado com relação a produtos e marcas, ajudando a dimensionar os investimentos em comunicação.
  • Lembrança (recall/top-of-mind): Avaliar a eficiência da comunicação e a percepção de qualidade do produto.
  • Mídia: Mede a participação e o perfil do público-alvo de um veículo de comunicação, serve para escolher onde e quando anunciar. • Comportamento do consumidor: Utilizada para desenvolver produtos e embasar campanhas publicitárias.
  • Teste de novos produtos e serviços: Utilizada para avaliar e ajustar produtos, reduzindo os riscos dos lançamentos.
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Pós Graduação em Comunicação

Para quem quer fazer PÓS GRADUAÇÃO:

As Especializações de Assessoria de Comunicação, Design e Fotografia da Faculdade Pitágoras de Londrina tiveram algumas mudanças na sua grade curricular e no seu corpo docente, para que tenham ainda mais proximidade com o mercado de trabalho. Eu vi e recomendo.

As aulas das três terão início na primeira semana de abril, dia 06; todas serão aos sábados (dois sábados seguidos com um de intervalo).

Investimento:
Design – 24 parcelas de R$ 295,00
Assessoria – 24 parcelas de R$ 280,00
Design – 24 parcelas de R$ 289,00

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Mande um email para renatafrigeri@yahoo.com.br

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Previsão sem fundamento

Se final de ano é tempo de fazer previsões, lá vai a minha. Gosto muito de reler coisas como 1984 e ver as previsões de George Orwell sobre o futuro, entre outras coisas, da tecnologia, ou A Estrada do Futuro, e ver as previsões de Bill Gates e companhia sobre o mesmo tema. Mas atualmente não tenho visto muita gente pensar além do Facebook, então, muito modestamente, atrever-me-ei.

Minha previsão é que em breve a internet será superada, por uma rede maior, que integrará todas as coisas que já se renderam e convergiram para o padrão binário. A internet, a telefonia, o GPS, a Tv, o rádio… Tudo estará dentro dessa grande rede, maior que a internet.

Fácil essa previsão, não? Óbvia até.

Mas eu sei que esse não é o desafio. O grande pulo do gato aqui seria adivinhar o nome dessa grade rede. Em 1984, George Orwell chamou de “teletela” aquilo que hoje conhecemos como “redes sociais” e em A Estrada do Futuro, Bill Gates chamou de “dispositivo pessoal portátil móvel conectado” aquilo que hoje conhecemos simplesmente como “smartphone”.

Não faço ideia de como essa grande rede irá se chamar, mas é quase que inquestionável que em 2054 (referência ao filme Minority Report, também cheio de previsionices) não diremos mais “procure na internet”… Diremos “está lá na ‘big i’” ou, simplesmente, na “rede”, ou na “nuvem mãe”…

Nesse ponto, ou seja, no nome da coisa, é impossível acertar. Agora, que ela vem por aí, nesse ponto sim sou capaz de apostar algumas fichas.

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A Era do Conteúdo Perdido

Uma vez um professor me contou a parábola da Caverna. Só depois fui saber que aquele era um texto famoso, de Platão… Li e reli em diversas oportunidades. Quem já leu sabe que esse é um daqueles textos que permitem associação com diversas situações. Posso estar indo longe de mais nisso, mas vou associá-lo a uma característica bem presente do Marketing Digital.

Os precipitados que me perdoem, mas o Marketing Digital ainda engatinha. Tem o que? Vinte e poucos anos? Menos, talvez. Em termos de conceituação ele ainda está naquela fase dos ufanismos, em que ainda é proclamado como a salvação para todos os problemas causados pelo Marketing Tradicional. Isso passa! Se esse for realmente um campo capaz de dar 1% dos resultados prometidos, mais cedo ou mais tarde alguém vai ter que falar muito seriamente sobre ele. Fazendo as devidas críticas, inclusive. Aliás, acho que as críticas representam o principal indício da maturidade de uma ideia.

Então, sim! Farei uma crítica a uma tendência do Marketing Digital de hoje. E bem na semana em que a rede social “bola da vez” anunciou orgulhosamente a conquista de 1 bilhão de usuários em todo o mundo. Mas vamos partir do começo: a ideia de Marketing Digital surgiu como uma estratégia de Promoção dentro do Marketing Tradicional, até que se descolou dessa origem e se tornou um campo estratégico basicamente alheio aos conceitos tradicionais. Assim o Digital conquistou autossuficiência gerencial, mas ainda é carente no campo teórico.

Esse descolamento do Marketing Tradicional se dá a partir do momento em que as marcas percebem que o conteúdo que geram é mais do que simples Promoção. Ela faz parte do Produto. As coisas que uma marca publica na internet estão mais para atributos do produto do que para propagandas.

E o que as marcas fazem quando criam bons produtos? Os protegem! Registram patentes, registram seu nome como propriedade industrial… Eles se tornam patrimônio de seus detentores, pois realmente possuem valor.

E o que as marcas fazem com os atributos digitais que criam para seus produtos? Os desperdiçam! Usam aleatoriamente ferramentas dos outros, para atingir usuários dos outros e acabam gerando resultados para os outros.

A facilidade das redes sociais estão iludindo muitos profissionais a confiarem cegamente nelas. Os engenheiros das redes sociais são especialistas em criar essas facilidades e eles realmente conseguem nos persuadir de que aproveitá-las sem medo é o melhor a se fazer. Mas será que estrategicamente essa é uma boa decisão? Para onde vai o conteúdo que as marcas publicam nas redes sociais? Qual será a relevância dele no dia seguinte? Quem lembrará?

Conteúdo é patrimônio. É atributo da marca. Precisa ter memória, precisa permanecer acessível. Que se usem as redes sociais. Amplamente! Afinal é lá que o consumidor está. Mas tire-os de lá. A rede social tem 1 bilhão de usuário, mas a marca que publica conteúdo lá tem quantos? Nesses ambientes feitos para serem fáceis, seguir e deixar de seguir não é uma variável controlável.

Assim como na Caverna de Platão, o “está bom como está” está para o marketing como uma grande armadilha. Então é preciso desarmá-la. Publique todo seu conteúdo do jeito fácil e os acionistas das redes sociais agradecerão. Publique seu conteúdo em ferramentas próprias e vá até as redes sociais buscar usuários para você e seu caixa agradecerá.

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Especialistas versus profissionais de si mesmo

Poucas áreas de interesse conseguem chamar tanta a atenção da sociedade quanto o marketing digital. Prova disso é a quantidade de cursos, treinamentos, palestras, oficinas e encontros que aparecem todos os dias sobre esse assunto. Há cursos livres, ao vivo, à distância, pós graduação, MBA… Para todos os gostos e bolsos.
Mais intrigante ainda é a quantidade da diversidade de profissionais que se inscrevem para participar desses cursos. Pessoas de todas as áreas estão dedicando tempo e dinheiro para se transformarem em especialistas em marketing digital. Webdesigners, administradores, empresários, professores, publicitários, jornalistas, relações públicas, engenheiros, psicólogos, artistas visuais, advogados. Todos querem conhecer a fundo os aspectos do marketing na internet.
As perguntas que ficam são: O que esses cursos pretendem? O que os profissionais que fazem esses cursos pretendem?
Em relação à primeira pergunta, penso que quem oferece os cursos pretende formar multiplicadores, ou seja, profissionais especialistas capazes de orientar empresas e empresários sobre a melhor maneira de utilizar essas ferramentas em benefício de sua marca. Certo? Parece que não é tão simples.
O que são especialistas? Defino-os como pessoas mais capacitadas do que a média em um determinado assunto e que são acionadas sempre que há a necessidade de uma avaliação ou de uma ação mais qualificada a respeito de sua área. Por exemplo, você está doente, procura um médico generalista. Ele poderá constatar por meio de exames clínicos e laboratoriais que, por exemplo, seu problema é nos rins e então te encaminhar para um nefrologista, que também é médico, mas é especialista em resolver problemas como o seu e, por isso, espera-se dele uma opinião mais qualificada e uma proposta de solução mais adequada do que aquela que poderia ser dada pelo primeiro médico.
Esse é o raciocínio que para mim parece o mais óbvio, porém ele torna inválida a resposta mais provável para a segunda pergunta. O que os profissionais querem quando procuram um curso de Marketing Digital? Tornarem-se especialistas no assunto? Se for isso, lanço uma terceira questão: de que vale uma especialidade que todos têm?
Está havendo uma inversão de valores que pode ser decisiva para o futuro desse mercado e essa inversão é a seguinte: ao invés de procurar um especialista quando o problema aparece, os profissionais e empresários estão procurando os cursos, para que eles mesmos se tornem especialistas. É como se aquele primeiro médico generalista, diante do problema de seu paciente, resolvesse se especializar em nefrologia. E se tivesse um segundo paciente, este com câncer, optasse se especializar também em oncologia, e assim por diante.
O exemplo da medicina é útil, pois deixa bem claro que essa mecânica é insustentável. Para o médico e para o paciente. O médico não tem como ser especialista em tudo e o paciente nem sempre pode esperar o tempo necessário para que ele se especialize. Por que então estamos aceitando esse tipo de solução quando o assunto é marketing digital?
De modo geral, esses cursos não estão gerando especialistas. Estão sim saturando o mercado a ponto da especialidade se tornar desnecessária. Acredito que todos os profissionais, de todas as áreas, devam sim saber operar os sites de busca e as redes sociais, mas também acredito também que devam compreender que, em certos momentos, é melhor contar com muda externa.
Fora isso o que vemos por aí é um monte de especialistas em seu próprio problema. Não serão esses a pensar fora da caixa.

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É ano de Eleição e a internet será fundamental durante a campanha

No ano de 2012 mais uma vez nós brasileiros vamos às urnas eleger alguns de nossos representantes políticos. Dessa vez escolheremos os prefeitos e vereadores que administrarão nossas cidades nos próximos quatro anos.

Entao 2012 também é ano de Campanha Eleitoral e Propaganda Política, que serão veiculadas em todos os meios de comunicação. Cada um dos envolvidos nessa disputa escolhe a sua estratégia para tentar encantar o eleitor, apresentar suas propostas e mostrar suas qualidades.

internet a cada nova eleição ganha importância nessa estratégia, pois é um meio de comuniação dinâmico quepermite ao candidato interagir com o eleitor, e isto influencia na hora de sua escolha. Sabendo do alcance cada vez maior da internet, os Sites de Campanha Eleitorais já se tornaram uma prática comum entre os candidatos.

Porém, para fazer sua campanha na internet é necessário ficar atento a algumas regras. De acordo com o TSE, a propaganda eleitoral na internet pode ser feita através do site do candidato, partido ou coligação, que devem obrigatoriamente estar hospedados em servidores nacionais.

Além disso, a lei nº 12.034/2009, que estabelece as normas para as eleições, determina que os Sites de Candidatos, assim como as demais formas de propaganda eleitoral, têm data certa para serem veiculadas. Esta data vai de 05 de julho até a antevéspera da eleição. A mesma lei estabelece que fica proibido aos candidatos a cargos políticos a veiculação de qualquer tipo de propaganda eleitoral paga ou ainda que gratuita, em sites de pessoas jurídicas, sites oficiais e/ou hospedados por órgãos públicos municipais, estaduais ou federais.

Pensando nisso a Cedilha Comunicação Digital se coloca à disposição dos candidatos que forem montar seu site de campanha e lançará no dia 01 de março um pacote exclusivo para SITE ELEITORAL.

Site eleitora.

O Site Eleitoral é um serviço completo, com tudo incluso. O candidato paga um valor único para ter assessoria ao registro do domínio, hospedagem, desenvolvimento e manutenção do site durante o período de propaganda eleitoral.

Para você que será candidato, de forma simples e rápida, seu site de campanha estará no ar e você terá um eficiente canal de comunicação com os eleitores.

Para você que vai votar, o site eleitoral será uma grande oportunidade para conheçer um pouco mais sobre os candidatos que disputam nosso precioso voto. Fique atento às propostas dos candidatos e não se deixe enganar, eleitor… Vote consciente.

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A capacidade de reajustar como indicativo da saúde financeira

Existem livros e mais livros sobre gestão financeira e orçamentária das organizações. Todos eles trazem recomendações e mais recomendações sobre controles financeiros, planilhas e demonstrativos que seriam imprescindíveis para o sucesso das empresas.

Uma preocupação constante dos teóricos da área invariavelmente presente nesses livros diz respeito aos indicadores capazes de demonstrar a saúde financeira das organizações. De fluxo de caixa a DRE, de faturamento Ebitda.

Não descarto nenhum desses controles e nenhum desses indicativos financeiros, porém é preciso fazer uma ressalva. E geral essas teorias dizem respeito a grandes organizações e se aplicam com precisão apenas a um pequeno número de empresas hipertrofiadas, enquanto que a maioria das micro e pequenas empresas vivem carentes de teorias e sistematizações que ajudem seus empreendedores a compreender bem seu negócio.

Nesses casos, ou seja, no dia a dia das pequenas organizações, por mais que se controle cada aspecto de sua vida financeira, as grandes equações não fazem sentido e não dão conta de dar segurança sobre a saúde financeira do negócio. E aí muitas vezes a sensibilidade do empreendedor ou do analista, sem base em qualquer teoria, é a técnica que melhor responderá à necessidade de atestar a segurança econômica da empresa.

Por exemplo, um episódio capaz de dizer muito sobre a solidez de um negócio é o momento em que a empresa decide reajustar seus preços. O que parece uma simples rotina na verdade carrega uma série de informações e evidências importantes sobre o sucesso financeiro. O reajuste de preços pode indicar que:

1) A empresa faz uma boa gestão orçamentária. Saber que os preços precisam ser reajustados indica que a empresa tem ampla autoconsciência. Ela sabe quanto custa para operar e sabe o quanto é capaz de produzir. Consequentemente sabe quanto precisa cobrar para cobrir os custos e gerar o lucros.

2) Os clientes estão devidamente fidelizados. Subir preços é sempre um trauma. Porém o impacto negativo dessa decisão pode se atenuar se os clientes percebem o real valor do produto ou serviço da empresa. Nesse caso, embora gere desconforto momentâneo, a informação sobre o reajuste é rapidamente absorvida e a relação continua sem maiores percalços.

3) Os gestores são arrojados e devidamente engajados na percepção de negócio que faz tanta falta para a maioria dos empreendedores. O gestor de uma pequena empresa tem uma relação quase que intimista com cada clientes. Cada cliente faz parte de história da empresa e há certa cumplicidade com eles. Ter coragem de impor a eles novos preços demonstra que a empresa está preparada para novos saltos.

Então, para usar o jargão de agora, #ficaadica: quer saber se uma pequena empresa vai bem financeiramente? Acompanhe seu processo de reajuste de preços.

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Cinema é destaque no cenário acadêmico de Londrina

Depois de décadas de esquecimento e de um “boom” ocorrido há mais ou menos uma década, o cinema parece estar encontrando um ponto de equilíbrio no Brasil. Em 2012 bateu recordes, com 141,7 milhões de ingressos vendidos, porém ainda há alguns desafios. O cinema é uma área muito maior do que o que esses números representam, pois eles dizem respeito apenas ao grande circuito comercial e não chegam a refletir a grande ebulição que o mercado vive, por exemplo, no campo dos curta metragens e das produções de cunho autoral e artístico. Infelizmente a maior parte do que é produzido – a melhor parte, diga-se – não chega ao conhecimento do grande público e fica restrita a pequenos cinemas bancados por projetos culturais e a festivais que se multiplicam pelo país.

A profissionalização não só da produção, mas de todo o mercado do cinema, parece ser um caminho para aumentar essa abrangência e Londrina tem conquistado posição de destaque nesse sentido. O ano de 2012 começa com pelo menos duas excelentes opções para quem quer estudar o cinema e aperfeiçoar suas técnicas.

Especialização em Cinema e Documentários

Especialização em Cinema e Documentários

Embora recente, já podemos dizer que a especialização em Cinema e Documentário, oferecida pela Faculdade Pitágoras em Londrina, já é tradicional. O curso já trouxe grandes nomes do cinema nacional para ministrarem aulas e palestras em Londrina e começa 2012 prometendo novidades.

Coordenado pelo prof. Luciano Pascoal, o curso oferece ao estudante “elementos para compreensão dos processos de produção audiovisual do roteiro à direção, permitindo a formação de profissionais para as áreas técnicas e teóricas do universo cinematográfico e documental”. É dirigido a profissionais de Comunicação Social e portadores de diploma de ensino superior nas mais diversas áreas do saber acadêmico, interessados em uma formação voltada para a crítica cultural e a compreensão dos processos produtivos nas culturas cinematográficas e documentais.

As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo site http://www.voceespecialista.com.br.

Especialização em Trilha Sonora para Cinema e TV

Especialização em Trilha Sonora para Cinema e TVA mais recente opção para quem que estudar e se aperfeiçoar nas técnicas do cinema, a Especialização em Trilha Sonora para Cinema e TV começa a ser ofertada esse ano pela Integrale Centro de Educação Continuada, também em Londrina.

O curso é coordenado pelo prof. Otavio Santos, músico especialista em Trilha Sonora para Cinema e TV pela UCLA (Universidade da Califórnia).  Tem como objetivo o “desenvolvimento do conhecimento teórico e prático dentro da relação música-imagem, capacitando os compositores ao exercício de projetos de qualquer grandeza no campo do cinema ou televisão”.

As aulas começam em em março de 2012 e ainda há vagas. As inscrições podem ser feitas pelo site http://www.integralececo.com.br/trilhasonora.

 

As opções ainda estão restritas ao campo da pós-graduação, ou seja, apenas para quem já tem curso superior em alguma outra área. Porém já podemos encontrar também opções de cursos mais rápidos, oficinas e eventos na área, tendo destaque aqueles realizados pela vila cultural Kinoarte. Mais é um grande começo.

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Planejamento Estratégico

Vimos que as tarefas básicas da Administração são Planejar, Organizar, Dirigir e Controlar as diversas atividades da empresa.

Vimos também que estas operações acontecem em 3 níveis: Estratégico, Gerencial e Operacional.

Portanto, Planejamento Estratégico nada mais é do que a atividade de planejar desempenhada no nível Estratégico de uma empresa.

O Planejamento Estratégico de uma empresa tem suas bases na Teoria Burocrática, embasada nas concepções do sociólogo Max Weber. Por isso sua principal premissa é que a empresa formule, escreva e oficialize uma espécie de contrato com seus colaboradores, clientes e a sociedade em geral.

Planejamento Estratégico, simplificadamente, significa colocar no papel a razão de ser da empresa e como ela pretende atuar. Faz-se isso para que todos os envolvidos tomem conhecimento sobre o que a empresa é, para que ela existe e o que ela faz. Assim sua atuação se justifica e nada, além disso, lhe pode ser exigido.

Este contrato que a empresa estabelece com a sociedade envolve a formulação de seu modo de atuação, sua área de concentração, seu negócio central. Por isso, neste nível de planejamento a empresa deve estabelecer os seguintes itens:

  • Missão Empresarial
  • Visão de Futuro
  • Objetivos Estratégicos
  • Políticas de Atuação
  • Valores e Cultura Organizacional

Nos próximos posts detalharemos cada um desses elementos e veremos alguns exemplos.

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